banheiro, toalete, latrina, casinha…

Posted in fotografia with tags , , on agosto 19, 2009 by mokinha

não importa o nome que se dê, o importante é ter um acessível quando necessário. E o que se entende por ‘acessível’ está diretamente ligado à intensidade do quanto e quão urgente ele é ‘necessário’.

Muita gente adora passar muito mais tempo dentro de um banheiro do que realmente precisam. Não é meu caso. Nunca vão me flagrar adentrando um toalete com uma revista ou livro debaixo do braço. Mesmo assim, a ‘casinha’ pode ser tema de belas fotos…

shit!

Mais fotos depois do jump…

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terremotos no Japão e Tokyo Magnitude 8.0

Posted in animação, notícias with tags , , , on agosto 15, 2009 by mokinha

Taí uma coincidência que eu preferia não ter experimentado essa semana…

Terremotos de magnitude 6.0 atingiram o Japão 1 dia depois de eu começar a assistir ao anime Tokyo Magnitude 8.0. Você, provavelmente, adivinhou corretamente: a animação começa quando um terremoto de 8.0 de magnitude atinge Tokyo.

A série acompanha a menina Mirai e seu irmãozinho Yuuki tentando voltar para casa após a catástrofe natural. Nada de lagartos ou robôs gigantes, samurais, alienígenas ou animais falantes; só pessoas assustadas, desorientadas e/ou machucadas tentando sobreviver. As 2 crianças estavam sozinhas num shopping na hora do terremoto e precisam contar com a ajuda de estranhos para encontrar os pais.

Veja a abertura e os créditos finais do anime.

Me lembrou muito a saga autobiográfica do autor de mangás Keiji Nakazawa contada em Gen, Pés Descalços. Nesse gibi a catástrofe não é nada natural, mas um dos acontecimentos mais terríveis da história da humanidade: o bombardeamento nuclear de Hiroshima e Nagasaki durante a II Guerra Mundial. Recomendo muito a leitura para fãs e não-fãs de quadrinhos. Mas esteja avisado que o cenário mostrado por Nakazawa não é nada infantil, apesar do que o traço simples possa sugerir. Ele não faz concessões, mostra a realidade dura e cruel que viveu.

Sayonara…

Sienna Miller. . .

Posted in beleza on agosto 15, 2009 by mokinha

G.I. Joe é um excelente filme baseado num boneco. E um dos grandes motivos para isso é essa beldade chamada Sienna Miller. Veja como eu tenho razão:

Se quiser ver em melhor qualidade vá ao Canal Hugo Boss no Youtube.

Bom final de semana!

ia falar do novo Robin Hood . . .

Posted in cinema, propaganda on agosto 15, 2009 by mokinha

…mas desisti quando fui futucar pra saber quem seria o diretor dessa versão cinematográfica antiutópica (distópica, como em inglês, seria mais maneiro, mas ‘localização anômala de um orgão’ não cabe, né?). O nome escalado, pelo menos por enquanto, para tocar essa produção com ar futurista é o dinamarquês Nicolai Fuglsig. Não adianta procurar no imdb que outros longas ele dirigiu, pois ele nunca o fez.

Nicolai é mais um diretor de comerciais que chega ao universo do cinema e é esse trabalho feito até agora que quero compartilhar, pois o cara é bom naquilo que faz! Esse primeiro vídeo foi feito para divulgar a  Sony Bravia. 250.000 bolas de borracha coloridas quicando ladeira abaixo na bela São Francisco… O resultado? Veja abaixo:

Música ‘Heartbeats’ do cantor sueco: José González! Não, não me confundi. O cara nasceu na suécia, filho de argentinos… Hence the name José!

Alguns outros trabalhos dele depois do jump… Continue lendo

no ar: Enter – Antologia Digtal

Posted in arte, literatura, quadrinhos with tags , , on agosto 11, 2009 by mokinha

Está no ar a antologia digital Enter, com organização de Heloisa Buarque de Hollanda.

enter

De acordo com o Houaiss: antologia — coleção de textos em prosa e/ou em verso, ger. de autores consagrados, organizados segundo tema, época, autoria etc.

De acordo com Heloisa Buarque de Hollanda: antologia digital — coleção de textos em prosa e/ou verso e/ou vídeo e/ou música organizados segundo seu uso ilimitado na web. Palavra escrita, palavra contemplada, a palavra de ouvido, a palavra cantada.

E nessa antologia temos de tudo, mesmo. E com autores de áreas de atuação muito diferentes, mas com um amor em comum: a literatura. Seja qual for a forma que esta tome na cabeça de cada um deles…

Heloisa juntou: os quadrinistas Rafael Grampá, André Dahmer, Fábio Moon e Gabriel Bá, Fabio Lyra, Arnaldo Branco; os poetas/músicos Lirinha, Omar Salomão, os autores João Paulo Cuenca, Simone Campos, Michel Melamed, o blogueiro Alexandre Inagaki e muitos outros…

Eu poderia postar aqui alguns dos textos, áudios ou vídeos dessa antologia, mas o design de Samara Tanaka merece ser visto.

dica, via twitter, do @rafaelgrampa

O circo chegou! Mas não leve as crianças…

Posted in arte with tags , , , on agosto 11, 2009 by mokinha

“Refugie-se nas profundezas do submundo teatral, sexy e pervertido do Cirque Berzerk. Os anfitriões: uma família insana que inclui trapezistas, dançarinas burlesquas, contorcionistas, acrobatas sensuais, góticos em pernas-de-pau, marionetes macabras e muitos palhaços pervertidos.”

Essa é a descrição do espetáculo circense que esteve em cartaz nos arredores de Los Angeles até o domingo passado. Se você pensou no Cirque du Soleil adicione muita pimenta, fogo, sensualidade e talvez até um pouco de sangue…

O vídeo a seguir está em inglês (ainda não me aventurei a legendar filmes do youtube…), mas imagens falam mais que muitas palavras.

“O tipo de espetáculo que Tim Burton imaginaria se abandonasse o cinema e se juntasse ao circo.” LA Times

E o público ainda é convidado a se juntar à trupe após o espetáculo para um festinha… Uma pena que não veremos nada parecido com isso por aqui. Pelo menos não tão cedo.

Após o jump veja 2 vídeos dos “ensaios” antes da estreia. Continue lendo

o Espinafre de Yukiko

Posted in arte, erotismo, quadrinhos with tags on agosto 11, 2009 by mokinha

sempre é díficil conseguir explicar aos amigos, parentes, namorada (ou aquela que vc gostaria que fosse sua namorada) o que alguém, nos seus já avançados muitos anos de idade, consegue ver de tão indispensável numa história em quadrinhos. E se o assunto é levado tão a sério quanto eu costumo fazer, diria que a tarefa beira as raias do impossível — qualquer paixão, gibis incluídos, foge do escopo da razão; logo, é uma estupidez para quem não sofre do mesmo mal.

Mas de tempos em tempos a ingrata missão se torna mais leve, graças a alguma edição especial mais digerível pelos menos habituados a essa mìdia. Foi assim com o ‘fofinho’ Bone de Jeff Smith, a ‘vida como ela é, ou quase’ de Strangers in Paradise de Terry Moore, a mais que dolorosa série Gen – Pés Descalços de Keiji Nakazawa, a busca de justiça e vingança do Lobo Solitário de Kazuo Koike e Goseki Kojima (e acredite, sua namorada não vai resistir aos encantos do pequeno Daigoro, um bebê que acompanha, sem hesitar, o pai nessa estrada de sangue), entre outros…

Mas ganhamos o reforço de uma obra belíssima. A mistura inusitada de um mangá produzido por um francês: O Espinafre de Yukiko de Frédéric Boilet. Não se assuste com o título porque quando ele for explicado no decorrer da história o sorriso no seu rosto será inevitável.

espinafrebig

Essa edição de luxo da Editora Conrad conta a aventura amorosa, autobiográfica, entre um autor de mangás (mangaká, no Japão) e Yukiko, a mulher que se torna sua musa. A narrativa gráfica mistura fotografia e desenhos, lápis com nanquim, ficção com realidade, metalinguagem… fazendo o leitor se sentir um confidente do autor, um voyeur.

O Espinafre de Yukiko é a vida e os relacionamentos como são, ou deveriam ser, no dia-a-dia. É uma história de amor, aquele amor que todos sonham encontrar ao virar aquela esquina naquela tarde de primavera. Mas, lembre-se de não dar demasiada importância à chamada ‘o novo mangá erótico’ da capa, o apelo da historia está no enredo e não em imagens apelativas.

Então, vá até a banca/livraria mais próxima e leve um exemplar para seu amigo, sua namorada, seu irmão ou qualquer outro que nunca te leva a sério porque você lê gibis. E se não mudarem de opinião o prejuízo é só deles. Esse livro foi lançado há algum tempo, mas não deixou de ser relevante por isso…